terça-feira, 28 de abril de 2009

DEPOIS VOCÊ ASSISTE

SPOILER: SE NÃO GOSTA DE SABER NADA ANTES DE VER, NÃO LEIA.
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ANTES QUE O DIABO SAIBA QUE VOCÊ ESTÁ MORTO – Nota: 9,0
Tenso e angustiante, este drama policial traz dois irmãos, Hank e Andy envoltos em problemas financeiros e que elaborando um plano simples, assaltar a joalheria da família, vêem suas vidas desmoronarem quando tudo dá errado e a mãe é assassinada durante o crime. O enredo que já despertaria interesse, ganha ares de grande obra no trato dado a cada personagem e na magnífica condução da narrativa de Sidney Lumet que explora na atuação, na composição dos quadros e nos ambientes, as personalidades e motivações de cada personagem, mostrando a mesma cena sob pontos de vistas diferentes e como aquela situação afeta de forma particular a cada um. Pode ficar certo: vai afetar você também.
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VIOLÊNCIA GRATUITA – Nota: 8,5
Muitos devem ter saído das salas de cinema com raiva. Mas o problema seria confundir este sentimento que não vem do desgosto pelo que acabamos de ver, mas da tortura psicológica pela qual acabamos de passar. Violência Gratuita é uma aula da capacidade de manipulação do Cinema ministrada de forma impecável por Michael Haneke, que refilma seu próprio Violência Gratuita de 1997. Dois jovens “psicopatas” invadem a casa de uma pacata família interpretada com extrema intensidade por Naomi Watts, Tim Roth e o surpreendente jovem Devon Gearhart, e dão início a uma sádica tortura física e psicológica sem motivações explícitas. O roteiro não se preocupa em explicar por que dois jovens cometem tal barbaridade, já que neste contexto, isso pouco importa. O objetivo de “Violência Gratuita” é jogar, provocar e manipular o espectador a seu bel-prazer em duas horas de violação empírica dos nossos sentidos. Este jogo fica claro quando a personagem de Naomi Watts consegue atirar em um dos torturadores, ao passo em que o outro, com um controle de DVD, consegue voltar a cena, e impedir nossa vingança. É desta forma que Violência Gratuita nos coloca em posição de reféns, quando a única ferramenta que poderíamos usar pra pará-los, o CONTROLE REMOTO é usada contra nós. Um filme para ser vivido, mesmo que você termine morto...de raiva.
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O DIA EM QUE A TERRA PAROU – Nota: 6,0
Não conheço o clássico de 1951. Mas nem preciso ver pra crer que era bem melhor que esta constrangedora refilmagem. A tese é boa. Extra-terrestre vem à Terra para dar uma última chance de nos explicarmos e mudarmos nosso perfil destrutivo, ou seremos extintos. Diferente de outras obras em que aliens querem, sabe-se lá porque, destruir a Terra, dessa vez, nós, os humanos é que somos o alvo, já que o planeta não pode correr o risco de morrer para preservar apenas uma espécie. E concordo. O problema está na superficialidade com que estas idéias são transmitidas. O alienígena Klaatu (Keanu Reeves) vem à terra com a missão do julgamento final. Mas é preso e interrogado pelas autoridades americanas que não permitem seu contato com os líderes mundiais na ONU, seu objetivo principal. Ele consegue fugir, ajudado pela cientista de Jennifer Connelly e encontra-se com outro alienígena, que já reside na Terra há décadas para avaliar nosso comportamento. Que claro, não é dos melhores. Somos condenados num diálogo risível, em que o espião manda nos destruir, mas revela-se apaixonado por nossa humanidade. E mais uma vez, o problema não está no conceito, mas na forma como é abordado, num texto pobre e pouco convincente. Esta mesma frivolidade acompanha todos os personagens durante a narrativa, que nunca parecem ter motivações reais para fazerem o que fazem, seguindo apenas o que está escrito. E desta mesma forma, nosso inquisidor muda de idéia, quando um acerto de contas familiar parece ser o suficiente para que ele enxergue “nosso outro lado”. Apinhado de pequenos erros que ofendem a nossa inteligência e certamente a inteligência extra-terrestre é que “O Dia em que terra parou” condenou...a si próprio.
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MONSTROS X ALIENÍGENAS – Nota: 6,0
Ah, tô sem tempo de escrever mais. É legalzinho.







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quinta-feira, 9 de abril de 2009

VALE MAIS QUE UM TROCADO

Algumas histórias fazem a gente rir. Com outras a gente chora. E em raras vezes, uma história faz a gente se envergonhar. Li essa matéria do Rodrigo Raitier no site da revista Escola.


Ambulantes, pedintes e moradores de rua não esperam só por dinheiro dos motoristas parados no sinal vermelho. Sem pagar pra ver, eu vi.

"Dinheiro eu não tenho, mas estou aqui com uma caixa cheia de livros. Quer um?" Repeti essa oferta a pedintes, artistas circenses e vendedores ambulantes, pessoas de todas as idades que fazem dos congestionamentos da cidade de São Paulo o cenário de seu ganha-pão. A ideia surgiu de uma combinação com os colegas de NOVA ESCOLA: em vez de dinheiro, eu ofereceria um livro a quem me abordasse - e conferiria as reações. Para começar, acomodei 45 obras variadas - do clássico Auto da Barca do Inferno, escrito por Gil Vicente, ao infantil divertidíssimo Divina Albertina, da contemporânea Christine Davenier - em uma caixa de papelão no banco do carona de meu Palio preto. Tudo pronto, hora de rodar. Em 13 oferecimentos, nenhuma recusa. E houve gente que pediu mais.

Nas ruas, tem de tudo. Diferentemente do que se pode pensar, a maioria dessas pessoas tem, sim, alguma formação escolar. Uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, realizada só com moradores de rua e divulgada em 2008, revelou que apenas 15% nunca estudaram. Como 74% afirmam ter sido alfabetizados, não é exagero dizer que as vias públicas são um terreno fértil para a leitura. Notei até certa familiaridade com o tema. No primeiro dia, num cruzamento do Itaim, um bairro nobre, encontrei Vitor*, 20 anos, vendedor de balas. Assim que comecei a falar, ele projetou a cabeça para dentro do veículo e examinou o acervo:

- Tem aí algum do Sidney Sheldon? Era o que eu mais curtia quando estava na cadeia. Foi lá que aprendi a ler.

Na ausência do célebre novelista americano, o critério de seleção se tornou mais simples. Vitor pegou o exemplar mais grosso da caixa e aproveitou para escolher outro - "Esse do castelo, que deve ser de mistério" - para presentear a mulher que o esperava na calçada.

Aos poucos, fui percebendo que o público mais crítico era formado por jovens, como Micaela*, 15 anos. Ela é parte do contingente de 2 mil ambulantes que batem ponto nos semáforos da cidade, de acordo com números da prefeitura de São Paulo. Num domingo, enfrentava com paçocas a 1 real uma concorrência que apinhava todos os cruzamentos da avenida Tiradentes, no centro. Fiz a pergunta de sempre. E ela respondeu:

- Hum, depende do livro. Tem algum de literatura?, provocou, antes de se decidir por Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.

As crianças faziam festa (um dado vergonhoso: segundo a Prefeitura, ainda existem 1,8 mil delas nas ruas de São Paulo). Por estarem sempre acompanhadas, minha coleção diminuía a cada um desses encontros do acaso. Érico*, 9 anos, chegou com ar desconfiado pelo lado do passageiro:

- Sabe ler?, perguntei.

- Não..., disse ele, enquanto olhava a caixa. Mas, já prevendo o que poderia ganhar, reformulou a resposta:

- Sim. Sei, sim.

- Em que ano você está?

- Na 4ª B. Tio, você pode dar um para mim e outros para meus amigos?, indagou, apontando para um menino e uma menina, que já se aproximavam.

Mas o problema, como canta Paulinho da Viola, é que o sinal ia abrir. O motorista do carro da frente, indiferente à corrida desenfreada do trio, arrancou pela avenida Brasil, levando embora a mercadoria pendurada no retrovisor.

Se no momento das entregas que eu realizava se misturavam humor, drama, aventura e certo suspense, observar a reação das pessoas depois de presenteadas era como reler um livro que fica mais saboroso a cada leitura. Esquina após esquina, o enredo se repetia: enquanto eu esperava o sinal abrir, adultos e crianças, sentados no meio-fio, folheavam páginas. Pareciam se esquecer dos produtos, dos malabares, do dinheiro...

- Ganhar um livro é sempre bem-vindo. A literatura é maravilhosa, explicou, com sensibilidade, um vendedor de raquetes que dão choques em insetos.

Quase chegando ao fim da jornada literária, conheci Maria*. Carregava a pequena Vitória*, 1 ano recém-completado, e cobiçava alguns trocados num canteiro da Zona Norte da cidade. Ganhou um livro infantil e agradeceu. Avancei dois quarteirões e fiz o retorno. Então, a vi novamente. Ela lia para a menininha no colo. Espremi os olhos para tentar ver seu semblante pelo retrovisor. Acho que sorria.

* os nomes foram trocados para preservar os personagens.

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Matéria no site original:
http://revistaescola.abril.uol.com.br/gestao-escolar/diretor/vale-mais-trocado-432764.shtml
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sexta-feira, 27 de março de 2009

QUEM QUER SER UM MILIONÁRIO?

NOTA: 9,5

Assisti ao filme há pelo menos três semanas. Mas não encontrava tempo pra argumentar à altura das críticas que em geral, estão bem duras. “Maniqueísta, oportunista, apelativo à estética da pobreza, esquemático, plágio de Cidade de Deus”...são algumas coisas que li mesmo entre meus críticos favoritos.

Inácio Araújo, crítico e blogueiro do UOL Cinema faz uma pergunta em seu blog: Por que as pessoas saem do cinema no meio do filme? E responde: “…a pessoa sai do cinema por duas razões: ou porque o repertório lhe parece muito batido ou porque ele se sente perdido diante do que vê. São espectadores diferentes. Fazendo uma comparação provavelmente ruim, eu disse que quem só ouve pagode, quando escuta Beethoven aquilo lhe parece inaudível. Do mesmo modo, quem escuta Beethoven o tempo todo não vê no pagode senão cacofonia.(…) Me parece que, hoje, o cinema tornou-se uma diversão de fim de semana. Quem vai, depois de apanhar de segunda a sexta, quer um pouco de sossego, quer encontrar coisas estabelecidas, espiões que espionam, vilões que fazem vilanias, etc. e tal. Então, quando a pessoa cai diante de um filme do Laurent Cantet, do Kiarostami, do Oliveira, do Godard, enfim.., ela não admite que, às vezes, é preciso um pouco de sacrifício para gostar de uma coisa. (…) Acrescente-se ainda: hoje a crítica está desmoralizada (vamos falar disso outro dia). Para que servem os críticos? Para nada: o que conta na distribuição do filme é a publicidade (sempre foi assim, mas antes havia certa convivência).

Ótima resposta. Mas e se invertermos esta flecha? Os quatro últimos vencedores do Oscar de Melhor Filme: Onde os fracos não tem vez, Os Infiltrados, Crash e Menina de Ouro exploravam a angústia e o questionamento individual dos personagens, provocando fortes e desgastantes viagens internas. Coincidência ou não, nenhum deles se rendeu a um final literalmente feliz. Listei estes filmes apenas como representantes “oscarizados” de uma tendência que exige mais dos espectadores e por isso, agrada à crítica. Agrada e a acostuma. Porque bastou que uma fábula onde tudo dá certo no final conquistasse o mundo para que toda sorte de opiniões vociferasse contra “Quem quer ser um milionário?”. A questão é que adorei o filme. Terminei a sessão com um sorriso estampado no rosto e o coração cheio de esperança. Parece piegas? E desde quando angústia, revolta e desconforto são sentimentos mais nobres? Sem dúvida são importantes, motivam a mudança de comportamento. Mas parecem condicionantes para que os críticos aceitem e indiquem um filme. Estão viciados. “Quem quer ser um milionário” causa uma revolução ao conquistar prêmios por onde passou e abrir as portas novamente para o final feliz.
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Jamal Malik (Dev Patel) tem 18 anos de idade, vem de uma família das favelas de Mumbai, Índia, e está prestes a experimentar um dos dias mais importantes de sua vida. Visto por toda a população indiana, Jamal está a apenas uma pergunta de conquistar o prêmio de 20 milhões de rupias numa espécie de versão indiana do Show do Milhão. No entanto, no auge do programa, a polícia o prende por suspeita de fraude.

Numa tentativa de provar a sua inocência, Jamal conta aos policiais sua difícil vida nas ruas, as aventuras com o seu irmão, e o seu seu amor perdido, Latika. As perguntas mais importantes são: "O que faz um rapaz sem interesse no dinheiro num concurso televisivo? E como ele sabe todas as respostas?"

Com as lições que a vida lhe deu. Num esquema às vezes cansativo em que cada pergunta do programa vem seguida de um flashback com a vida de Jamal, algum detalhe guardado na memória sempre lhe dá resposta. Parece forçado? Mas seria impossível não se lembrar da morte da mãe, a orfandade, o sectarismo religioso, a exploração de menores, o crime organizado, a distância do amor, e até um mergulho numa fossa nojenta (desculpe, mas eu prefiro enfrentar os outros problemas).

É esta relação de sofrimento x recompensa que torna o filme tão prazeroso. Contra cada experiência dolorosa, Jamal merece mais alguns milhares de rúpias, e mais uma chance de ficar com sua amada. É para ser visto por ela que ele está no programa. E na tentativa de convencer o policial, ele (o roteiro) tenta nos convencer de que aquilo é possível. Pra alguns pode não ser, mas basta um pouquinho de esforço, o mesmo que os críticos exigem para um diretor Kustuwriqweri da vida, e aceitaremos o improvável, já que na vida “real”, as experiências mais inesquecíveis são exatamente assim.

PS: (não leia se não viu o filme) A dramaturgia insiste em temas onde a felicidade não pode ser plena e sempre temos que fazer escolhas e sacrifícios. “Quem quer ser um milionário?” parecia caminhar justamente pra isso e confesso que se pra ficar com Latika, Jamal tivesse que perder o dinheiro, minha opinião teria sido bem diferente. Resultado? Ele ganha os milhões, ganha a garota e ainda nos deixa “felizes para sempre”. Pelo menos até um próximo Totsqwelkrjqewlk da vida.
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segunda-feira, 23 de março de 2009

EU TAMBÉM FUI UM GOONIE




NOTA: 8,0

O filme conquistou a simpatia unânime de quem era jovem nos anos 80 e graças às reprises na Sessão da Tarde, mantém um pouco desta juventude mais de 20 anos depois. Estou falando de “Os Goonies”, aventura do diretor Richard Donner, (16 Quadras) de 1985 que explorou de forma impecável a fórmula dos anos 80 para reconquistar o grande público às salas de cinema: histórias leves, divertidas, dinâmicas e cheias de estereótipos. Esta reconquista veio como resposta à sofisticação cada vez maior das mensagens cinematográficas pré-anos 80, marca de diretores como Scorcese, Kubrick e Copola. Isto acabou afastando parte do público dos cinemas, e coube à diretores como Steven Spielberg e George Lucas atraí-lo novamente com arrasa-quarteirões como Tubarão e Star Wars.

E Os Goonies (que a propósito foi baseado numa estória do Spielberg), mais do que um bom entretenimento, ilustra a catequese que o cinema buscava naquele momento. Criar demanda para um produto depende de tempo, e ninguém oferece mais tempo do que as crianças. O sucesso de Os Goonies está em sua habilidade de falar a um público novo e com os interesses ainda em formação. Enquanto as obras infantis atuais permitem-se uma profundidade e drama compatíveis com as expectativas cada vez mais precoces de nossas crianças, nós não queríamos compromisso, só diversão. Apesar do amparo dramático do filme, em que todos no bairro podem perder suas casas e as crianças descobrem um mapa do tesouro, tudo é contado sem maior importância, onde as situações mais perigosas se transformam em mais uma aventura a ser vivida e onde os fatos mais impossíveis são vistos com extrema naturalidade. A naturalidade que só uma criança tem, e que sempre que assisto aos Goonies de novo, renasce por um tempinho em mim.



MAS O QUE ELES FIZERAM COM O TESOURO?
Vi esse "Por onde anda" no EGO, e foi bom pra recordar.





Josh Brolin participou de filmes como ‘Milk’ e ‘W’, em que interpreta George W. Bush





Sean Astin é o mais famoso do grupo. Fez a trilogia de ‘O Senhor dos Anéis’




Corey Feldman é um ícone adolescente dos anos 80. Fez ‘Garotos Perdidos’ e ‘Sem licença para dirigir’




Jonathan Ke Quan virou mascote do Indiana Jones, mas depois tornou-se instrutor de artes marciais




Kerri Green, a mocinha do filme, já participou de séries como ‘Law and order’ e ‘ER’




Martha Plimpton ficou conhecida como a namorada de River Phoenix, morto por overdose nos anos 90



O ex-gordinho Jeff Cohen se tornou advogado de entretenimento


John Daniel Matuszak, o Sloth, morreu precocemente de infarto




Sua maquiagem, no filme, demorava cinco horas para ficar pronta
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domingo, 15 de março de 2009

AO PÓ VOLTAREMOS

O artista americano Christopher Locke transformou objetos "arcaicos" como cassetes e controles de videogame em fósseis modernos. Engraçado notar como a velocidade com que a tecnologia transforma nossas necessidades de consumo faz com que estes objetos se encaixem perfeitamente ao lado dos dinossauros.


A origem conceitual do trabalho foi criticar levemente o consumismo em uma explicação "arqueológica". "É triste, mas a maior parte destes objetos teve vida curta. Muitos atribuem esse curto ciclo de vida a predadores agressivos ou a uma evolução acelerada, mas isso não é necessariamente verdadeiro. Foi demonstrado recentemente que o fim de muitas dessas espécies foi conseqüência do consumismo e do desperdício no topo da cadeia alimentar", justifica Locke de forma nostálgica.


Algumas espécies extintas ou em vias de extinção:
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A fita cassete (Asportatio acroamatis)
desapareceu no fim dos anos 90







O controle Dual Shock do PlayStation (Ludustatarium temperosony) também virou fóssil nas mãos de Locke



Este fóssil mostra o mecanismo interno de um exemplar do iPod (Egosiliqua malusymphonicus), surgido em 2001







O disquete (Repondicium antiquopotacium )
pode ter desaparecido por causa do CD gravável, segundo Locke







Esta espécie de aparelho de som portátil (Bombus colaphus)
é um parente distante do walkman




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ARQUIVO RÁPIDO
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As obras estão à venda e podem ser vistas no site do artista:

http://heartlessmachine.com
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Mais no Terra Tecnologia:
http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3632976-EI4799,00-Artista+antecipa+os+fosseis+da+era+da+eletronica.html
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sábado, 14 de março de 2009

RED BULL TE DÁ ASAS




Todos já ouviram sobre os vampiros reais. São pessoas desequilibradas energicamente, que barram o recebimento das energias naturais e precisam encontrar outras fontes mais próximas, que nada mais são do que as outras pessoas, ou seja, você. Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro de nossas vidas, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando vampiros de energia alheia.

Mas como identificar essas pessoas, ou estes vampiros? Em estudos feitos, foram identificados os seguintes tipos de vampiros (você provavelmente conhece mais de um):

B) Vampiro Cobrador: Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o porque não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas. O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar porque ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não deixe ele retrucar e se retire rapidamente.

B) Vampiro Crítico:
É aquele que crítica a tudo e a todos, e o pior que é só Critica Negativa e Destrutiva. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá sue sistema para que a energia seja sugada. Diga "não " a suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração. O melhor é cair fora e cortar até todo o tipo de contato.

C) Vampiro Adulador:
é o famoso Puxa-saco. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.

D) Vampiro Reclamador:
É aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida do governo, do tempo, etc. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. È o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixa-lo falando sozinho.

E) Vampiro Inquiridor:
Sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo., e não dá tempo para que a vítima responda pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade ele não quer respostas e sim apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos. Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente., e procure se afastar assim que possível.

F) Vampiro Lamentoso:
São os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. È sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas . Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não elas não resolvem situação alguma.

G) Vampiro Pegajoso:
Investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos . Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades. Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e portanto, vulnerável..Saia o mais rápido possivel . Invente uma desculpa e fuja rapidamente.

H) Vampiro Grilo-Falante:
A porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se , invente uma desculpa, levante-se e vá embora.

I) Vampiro Hipocondríaco:
Cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros , despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os por menores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.

J) Vampiro Encrenqueiro:
Para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia.Não de campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.


PS: Proteja-se com alho. No pescoço? NÃO, COMENDO. E abra aquele sorriso largo quando o maldito chegar perto de você.

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Artigo publicado pela Terapeuta de Bioenergias Vera Caballero - Orientadora Metafísica e Profª de Bioenergiase Proteção Psíquica. Completo no site:
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http://www.mistico.com/p/artigos/vampirosenergia.html

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sexta-feira, 6 de março de 2009

ESTRÉIAS NO CINEMA EM 2009




WATCHMEN - 06 de março
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MONSTERS VS. ALIENS - 15 de maio

ANJOS E DEMÔNIOS - 15 de maio

AVATAR - 22 de maio

2012 - junho

EXTERMINADOR DO FUTURO 4 - 05 de junho

UP - 12 de junho

A ERA DO GELO 3 - 01 de julho

PRINCE OF PERSIA - 10 de julho

HAPPY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE - 17 de julho

THE FANTASTIC MR. FOX - 06 de novembro


E algumas estréias previstas para 2010




O HOMEM DE FERRO 2 - 30 de abril de 2010

SHREK 4 - 21 de maio de 2010

BOND 23 - 22 de julho de 2010

AS CRÔNICAS DE NÁRNIA - A Viagem do Peregrino da Alvorada: 07 de maio de 2010

SIN CITY 2 - 28 de agosto de 2010
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HARRY POTTER e as Relíquias da Morte Parte 1 - 19 de novembro de 2010

THE HOBBIT- 25 de dezembro de 2010
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ESCOLA 'NEM SÓ' DE SAMBA

Sou apaixonado pelo Carnaval. Tá, tem farra, cerveja, amigos, amnésia...mas muito além disso admiro o show de trabalho social, pesquisa e criatividade das escolas de samba. O aprofundamento às vezes gera sambas chatos que mais parecem monografias, e monólogos já que ninguém canta junto. Sinal disso é que entre formação étnica brasileira, teatro e poesia o enredo vencedor de 2009 falava sobre o TAMBOR - nada podia ser mais carnavalesco. Parabéns Salgueiro. E pra deixar registrado, os enredos de 2009 das escolas do Rio do Janeiro:

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1º LUGAR- SALGUEIRO: "Tambor"


2º LUGAR - BEIJA-FLOR:
"No Chuveiro da Alegria, quem banha o corpo lava a alma na folia".



3º LUGAR - PORTELA
E por falar em Amor, onde anda você?



4º LUGAR - VILA ISABEL
"Neste palco da folia, é minha Vila que anuncia: Theatro Municipal - A centenária maravilha".



5º LUGAR - GRANDE RIO
"Voilà, Caxias! Liberté, egalité, fraternité, Merci beaucoup, Brésil! Não tem de quê!".



6º LUGAR - MANGUEIRA
“A Mangueira traz os Brasis do Brasil mostrando a formação do povo brasileiro”.



7º LUGAR - IMPERATRIZ
“Imperatriz... só quer mostrar que faz samba também”.



8º LUGAR - VIRADOURO
“Vira, Bahia, pura energia”



9º LUGAR - UNIDOS DA TIJUCA
“Tijuca 2009: Uma Odisséia sobre o Espaço”.



10º LUGAR - PORTO DA PEDRA
"Não me proíbam criar, pois preciso curiar! Sou o país do futuro e tenho muito a inventar!"



11º LUGAR - MOCIDADE
Mocidade apresenta: Clube Literário - Machado de Assis e Guimarães Rosa... Estrela em Poesia!




12º LUGAR (caiu para o 2º Grupo) - IMPÉRIO SERRANO
“A Lenda das Sereias e os Mistérios do Mar".



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ARQUIVO RÁPIDO:
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Tudo sobre o Carnaval Carioca:
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MÍDIA INTERIOR



Qual criativo nunca sonhou em fazer e 'quem sabe' vender camisetas estampadas com suas próprias idéias? A roupa sempre foi um veículo pra externar pensamentos e sentimentos. A diferença é que desde Che Guevara (e da Camiseteria) contamos com muito mais opções. Sempre que achar umas idéias legais, vou postar por aqui.


- Mudo? Isso é intriga dos capitalistas.



- Mi dá um abrazo pfavor?


- Hakuna matataaa



- Yes, we can.



- Já não basta a cor da Casa?




- Eu faria o mesmo por ele.



- Eu sou palmeirense, corinthiano f...


-Ah, ninguém vai reparar.
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As estampas simuladas nas camisetas podem ser compradas no Psy Fiction:
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As outras estampas estão no Behance, no portfólio de Aled Lewis e tem outras bem legais:
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